sábado, 9 de fevereiro de 2008

6.30 da manhã

Toca o despertador. Acordo com os gatos a dormir em cima de mim, mas este dia é diferente, vou aventurar-me e deixá-los sozinhos por uns dias. Levanto-me, visto-me, pego nas malas e fecho a porta.

Começa a aventura.

E não se fala mais nisso.

Apanho o autocarro, pronta para fazer cerca de 9 horas de viagem – metade das quais sozinha, mas isso não me importa nada, tenho perfeita noção de que isso faz parte desta pequena peripécia.

Tal como combinado, encontrei a minha colega a metade do trajecto de uma viagem com que já tínhamos sonhado e acabou por se realizar! Não posso negar, estávamos entusiasmadas pelas mais variadas razões, contudo não tínhamos feito grandes planos, achámos melhor viver cada dia e cada aventura que nos estivesse reservada.

Queria ver tudo quando chegasse ao destino e queria que me fosses buscar à paragem, lembras-te? Não pôde ser, mas mesmo assim fizeste um esforço para me orientar e ligaste preocupado! Nunca coloquei a hipótese de não confiar em ti apesar de “não te conhecer”, sabe-se lá porquê a vida tem destas coisas.

Fui colada à janela do táxi até ao hotel, queria mesmo ver tudo e de facto gostei!

Não tínhamos nada programado, demos um pequeno passeio a pé e gostei de sentir o ar daquele sítio que sabia pertencer a pessoas de quem gosto e ali passam os seus dias (se é que me entendes).

Depois foi quando combinámos encontrar-nos e não, não estava nervosa.

O resto… O resto tu já sabes!

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